As melhores notícias dos outros sobre o Meio Ambiente.




Ei, pintassilgo. Oi, pintaroxo, Melro, uirapuru. Ai, chega-e-vira, Engole-vento, Saíra, inhambu. Foge asa-branca. Vai, patativa, Tordo, tuju, tuim. Xô, tié-sangue. Xô, tié-fogo. Xô, rouxinol, sem fim. Some, coleiro. Anda, trigueiro. Te esconde colibri. Voa, macuco. Voa, viúva, Utiariti. Bico calado. Toma cuidado. Que o homem vem aí. O homem vem aí!







Olha só os que os publicitários tiveram coragem de escrever: "Tem gente que pensa na natureza nas horas vagas. A gente pensa também quando está trabalhando".
É muita consciência pesada.
Tudo o que a Honda produz, desde a década de 40, é totalmente dependente de energia não renovável e poluidor. Se eles por acaso quisessem neutralizar todo o CO2 emitido por todos os seus carros, motos e motores, teriam que plantar árvores em todo o sistema solar.
Tudo bem que a Honda tenha desenvolvido seu negócio, tenha acionistas, gere milhares de empregos, mas forçar a barra e propagandear que eles só pensam na natureza o tempo todo é muita CARA-DE-PAU.
Recebi esta imagem num e-mail, não sei se ela é realmente verdadeira ou montagem mas, de qualquer forma, é sensacional. 
As águas do Pantanal com a Serra do Amolar
Esta postagem não é sobre aves e nem sobre meio-ambiente, mas é um assunto biológico. É sobre nós, homo-sapiens.
Na Revista National Geographic Brasil de outubro 2007, numa reportagem sobre o Estreito de Málaca, que fica na Ásia, entre a Malásia e a Indonésia, o autor (Peter Gwin) escreve num trecho uma passagem muito interessante, sobre os ninhos de andorinhões.


Segundo conta o morador de Santa Fé do Sul, no interior de São Paulo (veja a localização da cidade no mapa abaixo), Vasco de Figueiredo, casais de araras (arara-canindé, ara ararauna, blue-and-yellow Macaw) escolheram a estância turística para viver e estão fazendo a alegria de moradores e atraindo a curiosidade de turistas. Escolheram o tronco de velhas palmeiras imperiais, bem no centro da cidade, para construir seus caprichados ninhos. Chegaram a Santa Fé fazendo a maior algazarra, querendo ser notadas, há pelo menos quatro meses e, desde então, pelo menos cinco delas ali "fixaram residência".
Para quem nunca viu uma arara passar voando sobre sua cabeça, ou ver de cima uma arara voando, está perdendo um dos espetáculos mais emocionantes que a natureza pode proporcionar. É um momento sublime. Ver uma arara, qualquer uma, voando num céu limpo é sentir a felicidade, mesmo que por apenas alguns segundos.
Para comemorar o dia da ave deste ano o pessoal do Avistar preparou uma promoção:
Gostaria muito de ir, mas...
Bonobo (pan paniscus) - primata da família Hominidae. Distingue-se por uma postura ereta, uma cultura matriarcal e igualitária, e o papel proeminente da atividade sexual em sua sociedade. Estudos genéticos apontam que os bonobos são os animais mais próximos dos humanos.
Estorninho (Sturnus vulgaris) - é um pássaro da família dos esturnídeos, nativo da Eurásia e introduzido na América do Norte, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia.Quando uma bonobo chamada Kuni viu um estorninho trombar com a vidraça de sua jaula no Zoológico de Twycross, na Grã-Bretanha, foi ajudá-lo. Pegou o atordoado passarinho e com delicadeza o pôs em pé. Ao ver que ele não se mexia, deu-lhe um empurrãozinho, mas ele só agitou as asas. Kuni então subiu ao topo da árvore mais alta com o estorninho(...). Cuidadosamente, desdobrou-lhe as asas até abri-las bem, segurando-as entre seus dedos, após o que lançou o passarinho pelos ares (...). Mas ele não ultrapassou a barreira e aterrisou na beira do fosso. Kuni desceu da árvore e montou guarda por muito tempo ao lado do estorninho, protegendo-o de um jovem bonobo curioso (...).
O modo como Kuni lidou com a ave foi diferente de qualquer coisa que ela teria feito para ajudar outro primata. Em vez de seguir algum tipo de comportamento automático, ela adaptou seu auxílio à situação específica daquele animal totalmente diferente dela própria. (...) Esse tipo de empatia quase nunca é observado em animais, pois depende da capacidade de imaginar as circunstâncias do outro. Adam Smith, o pai da economia, deve ter tido em mente ações como a de Kuni, embora não executadas por um primata não-humano, quando, há mais de dois séculos, nos legou a mais duradoura definição de empatia: “imaginar-se no lugar do sofredor”.
Trecho do livro Eu, primata de Frans de Waal, um dos primatólogos mais respeitados do mundo.
Nossa empatia com as aves vem de longa data.
O modo como a Bonobo lidou com o estorninho também revela outra noção, que o autor não menciona no livro, a noção da liberdade.
Um gavião-real fêmea (Harpia harpyja) será o 1.º no País a ter seus vôos de quilômetros de distância pelos céus da Amazônia monitorados via satélite durante 4 anos. Um radiotransmissor foi instalado pela equipe de Tânia Sanaiotti, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.