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sábado, 2 de agosto de 2014

Aves e outros bichos do Sesc Pantanal - Poconé - Mato Grosso - 5

borboleta

Papagaio-verdadeiro - Amazona aestiva - Blue fronted Parrot

Gavião-caramujeiro - Rostrhamus sociabilis

Príncipe - Pyrocephalus rubinus

Coleiro-do-brejo - Sporophila collaris

Pôr do sol pantaneiro - todos os dias são assim  - extravagantes

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Alô pessoal da Pousada Aguapé - Obrigado pelos dias maravilhosos

Em nome de Júlio, Jaira, Edmílson, Rosângela, João, Erasmo, Rosalino, Tião e Fabiano, agradecemos a toda a equipe da Pousada Aguapé, por nos proporcionar com toda a simpatia e competência, todas as condições para aproveitarmos tanto o espetáculo que é o Pantanal Matogrossense.


 Lúcia e Rosângela

Passeio no caminhão sáfari

passeio de barco no Rio Aquidauana e baias

A programação dos passeios

O vídeo promocional

domingo, 18 de abril de 2010

Filhote de socozinho / Butorides striata / Striated Heron

socozinho adulto
Fotografado no Parque do Ibirapuera em São Paulo

Filhote de socozinho - fotografado no Sesc Pantanal em Poconé -MT




terça-feira, 9 de junho de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Canário-da-terra (Sicalis flaveola)



Canário filmado na Pousada Refúgio da Ilha em Miranda, pantanal do Mato Grosso do Sul.


"Uma das aves mais conhecidas no país por ser mantido em gaiolas. A pressão de captura já ocasionou o seu desaparecimento de várias áreas. Também a alteração ambiental é um fator negativo em parte de sua antiga ocorrência. Apesar disso, coloniza áreas de chácaras e fazendas onde não é capturado. Além do canto, procurado para as rinhas de briga de canários. Essa utilização ilícita é feita aproveitando-se a combatividade natural da espécie no período reprodutivo. Cada casal estabelece um território, com os machos e fêmeas atacando os respectivos sexos para afastá-los do local.
Faz seus ninhos em ocos, buracos em paredes, forros ou nos ninhos de joão-de-barro abandonados. Leva palhas, penas e outros materiais para tecer uma tigela no interior do buraco, chocando até 4 ovos. O macho canta seguidamente, declarando o território ocupado. É um canto formado por várias sílabas altas, repetidas seguidamente (chamado de canto de estalo), com interrupções no meio e retomadas.
A fêmea também canta.
Os pais alimentam os filhotes e esses saem do ninho parecidos com a fêmea. Conforme a região do país existe uma plumagem diferente. No Pantanal, as fêmeas são levemente mais escuras do que os juvenis, tendo penas amareladas no corpo, asa e cauda, além das laterais do corpo fortemente riscadas. Já os machos pantaneiros são de plumagem onde o amarelo domina, com tom esverdeado nas partes superiores. Nessa região há uma série de riscas negras. Na cabeça, sobre os olhos, o cartão de visitas da espécie com o forte laranja de próximo ao bico, tornando-se amarelo em uma listra superciliar."*
* texto do biólogo Paulo de Tarso Zuquim Antas