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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Onça passeia tranquilamente na recepção do Macuco Safári no Parque Nacional do Iguaçú




Do O ECO -

"Em plena sexta-feira (28), na semana entre o Natal e o Réveillon, uma onça-pintada deu o ar de sua graça na bilheteria do Passeio Macuco Safari, no nterior do Parque Nacional do Iguaçu. Era noite, 23h, e ninguém estava no local. O registro raro foi feito pelas câmeras de segurança.

O animal, que é símbolo do Parque Nacional do Iguaçu, caminha tranquilamente entre a área de embarque e a bilheteria. De acordo com estudos do Projeto Carnívoros do Iguaçu, cerca de 10 onças-pintadas vivem nos limites do parque. Obtido por ((o))eco junto à assessoria de imprensa da concessionária Macuco Safari, o vídeo mostra a onça passeando na recepção, perto da bilheteria.  

Os biólogos da concessionária Macuco fizeram registros das pegadas da onça no chão. Os milhares de turistas que passam pelo Parque todo ano poderão conferir por onde a Panthera onca passou. Esse ano, mais uma vez o PNI bateu recorde de visitação: foram 1.5 milhões de pessoas, marca atingida no dia 27 de dezembro."

http://www.oeco.com.br/salada-verde/26797-video-onca-pintada-passeia-na-recepcao-do-pn-do-iguacu?utm_source=newsletter_598

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O Eco é finalista do prêmio Greenbest 2012 - Gosta do O Eco? então vote

Sou leitor frequente do site de notícias sobre meio ambiente "O Eco". Vira e mexe compartilho aqui coisas interessantes que li no O Eco.
Agora O Eco está entre os finalistas do prêmio Greenbest 2012 na categoria Veículos de Comunicação.
Para dar uma força e votar é só entrar no seguinte link:

 http://greenbest.greenvana.com/lista-candidato-2012/?idcategoria=16&pag=1#topoaovotar&utm_source=newsletter_287&utm_medium=email&utm_campaign=hoje-em-o-eco-10-de-janeiro-de-2012


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Do O Eco Amazonia - Ensaio fotográfico de Margi Moss na BR-319, entre Humaitá e Manaus

"No final de outubro de 2011, o casal Gérard e Margi Moss, com o amigo Valdecyr Simoni, desafiou a temida BR-319 entre Humaitá e Manaus, no Amazonas. Quiseram conhecer essa picada pelo coração da floresta amazônica. Levaram três dias para completar a viagem. 

A rodovia foi aberta ao tráfego em 1973. Desde então, sofreu degradação contínua e hoje por ela passam apenas veículos leves. O conserto da estrada abrirá acesso a todo tipo de “aventureiro” e causará a irreversível fragmentação dessa grande extensão ainda preservada de floresta. Os grileiros já estão invadindo a área.

Quem quiser conhecer a estrada tem que sair preparado para enfrentar atoleiros, pontes quebradas e se prevenir com comida, água e barraca ou rede, levando em conta que poderá ficar preso em alguma ponte quebrada por alguns dias."


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Do O ECO - Menor proteção dos rios pode extinguir 30% das aves


Uma das alterações propostas na reforma do Código Florestal, a qual vem sendo discutida pelos legisladores em Brasília, é reduzir de 30 metros para 15 metros (em cada margem) a largura mínima das Áreas de Preservação Permanente (APP) que precisam ser recompostas ao longo dos cursos d’água. Se isso ocorrer, a consequência pode ser a perda de 30% das espécies de aves nessas áreas.

Relação entre a largura das faixas de vegetação nativa e o número de espécies de aves florestais no Planalto Atlântico de São Paulo. A equação de Michaelis-Menten, tradicionalmente utilizada para descrever cinética enzimática, mostra que um redução da largura de APPs de 60 para 30 metros pode reduzir o número de espécies de aves de 30 para cerca de 20. (Figura de Carlos Candia-Gallardo).

LEIA O ARTIGO COMPLETO NO O ECO, CLIQUE AQUI

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Interoceânica Sul está pronta. E agora? - Vídeo de O ECO

Veja o vídeo e depois repare no mapa abaixo a devastação no entorno da rodovia de Puerto Maldonado até o Acre, onde a devastação já é quase total. Ao Sul de Puerto Maldonado aparentemente ainda resta uma floresta quase intacta. Olhe bem para ela, vai ser a última vez que você vai vê-la assim.
Não tem jeito, o Homo-cupins vai consumir tudo.




Exibir mapa ampliado

sábado, 17 de setembro de 2011

Aves nativas nas matas de Santa Catarina - fotos de Dario Lins

O Dario Lins está de parabéns, pelas lindas fotos, e por fotografar sob um frio danado. Até com neve.


A Serra Catarinense ocupa uma área de 16.000 km2. No município de Bom Retiro está localizado no Campo dos Padres, o ponto culminante do Estado de Santa Catarina - Morro da Boa Vista com altitude de 1827 m, o que permite que no inverno ocorra a formação de geada e neve, com temperaturas atingindo marcas negativas. Seu bioma é formado pela Mata Atlântica – Floresta Ombrófila Mista, um ecossistema caracterizado pela presença marcante do pinheiro-brasileiro (Araucária angustifólia), árvore que produz o pinhão, única fonte de alimento no inverno, para inúmeras espécies de aves e animais. Essa vegetação proporciona a ocorrência de uma rica diversidade de aves, contando com espécies endêmicas, raras e ameaçadas de extinção.





O fotógrafo Dario Lins tem se dedicado de forma passional na prazerosa atividade de captar com suas lentes, momentos meticulosos do cotidiano das aves da exuberante avifauna da Serra Catarinense. Seu trabalho é conhecido e reconhecido, pois já obteve diversas premiações em concursos fotográficos. Em breve será lançado um livro de sua autoria o qual apresentará fotos das mais belas aves da região. É a pena que falta no ninho.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Música - A partitura dos pássaros


Publicado no site O Eco


A partitura dos pássaros

No fim de agosto de 2009, o músico Jarbas Agnelli abriu seu jornal e deparou-se com uma foto de pássaros pousados em cabos elétricos. A disposição lembrava tanto o desenho de notas musicais, que ele teve a ideia de lê-la como tal e compor uma música. Quando terminou, mandou o resultado para o fotógrafo Paulo Pinto, do Estado de São Paulo, que havia feito a foto no interior do Rio Grande do Sul. Emocionado, ele enviou a imagem original que era mais larga do que a publicada e continha os acordes que faltavam para completar a melodia. O resultado é lírico. Fez tanto sucesso que ganhou o mundo. Conheça os detalhes da história e ouça a melodia no vídeo abaixo.


TEDxSP 2009 - Jarbas Agnelli: "Birds on the Wires", uma música e sua história from TEDxSP on Vimeo.


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

duas notícias: uma muito boa e outra ruim

A muito boa: Registrado pela primeira vez no Pantanal a presença do Gavião-real (Harpia harpyja), inclusive com ninho. Leia a notícia no O ECO

a foto do Gavião-real na RPPN do Sesc Pantanal é de Flávio Ubaid

A outra notícia, também do O ECO é sobre um tal de rally ecológico na região do Rio Araguaia. Rally ecológico é troféu cara de pau. clique aqui para ler.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

domingo, 2 de agosto de 2009

Deu no o Eco - Parque Nacional da Chapada dos Guimarães reaberto

Depois de um ano e três meses fechado à visitação, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT) reabriu as portas para dois de seus destinos mais procurados: a Cachoeira do Véu da Noiva e o circuito das cachoeiras. Uma nova trilha para o mirante do Véu da Noiva foi criada com 550 metros (ida) e tem capacidade de carga de 100 pessoas por vez. O acesso à seqüência de cachoeiras só é autorizado para grupos de até 12 pessoas acompanhado de guia credenciado. Carros e ônibus agora têm estacionamento do lado de fora da portaria, o que ameniza o impacto no interior da unidade de conservação. O parque fica aberto das 11h às 17h e não está sendo cobrado ingresso. No feriado de 21 de abril de 2008 um bloco rochoso do tamanho de um ônibus se desprendeu de um dos paredões do parque atingindo visitantes que se banhavam no lago da cachoeira Véu da Noiva. Uma adolescente morreu no acidente. Desde então, o parque esteve fechado para planejamento e obras de melhoria com recursos estaduais, após acordo firmado entre Instituto Chico Mendes e governo de Mato Grosso. Por causa da instabilidade geológica da região e da falta de infra-estrutrura para segurança, os mirantes do Paredão do Eco e Cidade de Pedra continuam interditados ao público. Para mais informações 65-33011133 ou acesse: http://www.icmbio.gov.br/parna_guimaraes/


quinta-feira, 2 de julho de 2009

Birdwatching remoto e online

Birdwatching remoto e online: "Quem aprecia a observação de pássaros, deve ligar o computador bem cedinho neste domingo (5) para o primeiro Web Birding Brazil. Depois de acessar o endereço http://www.ustream.tv/channel/web-birding-brazil, a partir das 7h30min, será possível conferir um dia inteiro da prática no Parque Barigui, em Curitiba. Com a ajuda de guias da Ornatur Birding Tours e de câmeras online, será possível ver em tempo real as aves que habitam a reserva da capital paranaense. Todas as pessoas conectadas poderão debater e trocar informações sobre o questão observando através de um mecanismo de bate-papo."

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Jaguars in Brazil: The cream of cats

O Eco.Net

As melhores notícias dos outros sobre o Meio Ambiente.

Simples assim

21.01.2008 Quem estiver interessado em avistar onças e mais onças pode pôr a mochila nas costas e iniciar uma expedição pelo Pantanal do Mato Grosso. É o que garante o jornal The Daily Telegraph. Segundo o diário britânico, a região abriga cerca de 7 mil felinos, e ao fim de dez dias de andanças, o turista chega a ficar “cansado” de tanto ver onças. O assunto ganhou a capa do caderno de turismo do Daily Telegraph, que relata haver um “novo ramo de turismo” no Brasil com a intenção de “persuadir a população do Pantanal de que esse grande gato é mais valioso vivo do que morto”. O sistema para avistar os animais, conta o jornal, é “simples” e “brilhante”: caçadores são contratados, rastream a localização exata dos felinos e avisam aos guias que estão à frente dos ecoturistas.
fotos do Pantanal de Getty images

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Enquanto esse velho trem atravessa o Pantanal

As águas do Pantanal com a Serra do Amolar
Foto: Margi Moss
Em carne e osso, o ilustre desconhecido

Marcos Sá Corrêa*

O País pode não ter percebido, mas, outro dia, enquanto modorrava no Senado a CPI das ONGs embrulhadas nas contas do governo, o veterinário Adalberto Eberhard trouxe para o Brasil mais um prêmio internacional de Meio Ambiente, entregue em Toronto pela Wango, a Associação Mundial das Organizações Não Governamentais.
A Wango tenta, uma vez por ano, separar o que os políticos confundem. Seu programa, em 2007, incluía debates sobre as tentações éticas que rondam as ONGs, como esconder com boas intenções a contabilidade mal-intencionada ou perder o olho crítico para os erros de quem as patrocina. Em Toronto, elas estavam em casa. Mas nem por isso voltaram ilesas. Elogio puro só para cinco premiados no mundo inteiro. Como Adalberto Eberhard, fundador da Ecotrópica, responsável pelos 54 mil hectares de três reservas particulares - as do Acurizal, do Dorochê e da Penha - num ponto do Pantanal Mato-Grossense onde a Serra do Amolar irrompe da planície encharcada, quase na fronteira com a Bolívia.
Não foi à toa que a platéia destacou na palestra de Eberhard as fotografias, “de tirar o fôlego”. O Acurizal é um dos lugares mais bonitos e mais remotos do território brasileiro. E Eberhard o conhece como se fosse o fundo de sua casa. Transferiu-se para a região na virada dos anos 80, com a primeira equipe que estudou a sério as onças pantaneiras, sob o comando do biólogo americano Peter Schaller. E nunca mais conseguiu tirar o pé de lá inteiramente.
Morou acampado nas barrancas do Paraguai. Criou uma filha em barraca. Mergulhou em rios que hoje, assoreados, se deixam cruzar a pé. Incomodou traficantes que usavam a pista de pouso no Acurizal como rota do contrabando de cocaína. Fundou a Ecotrópica com os US$ 50 mil de um prêmio que ganhou na Alemanha em 1989. Com US$ 3 milhões doados pela ONG The Nature Conservancy, comprou as fazendas que devolveram ao Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense as bordas que escaparam à desapropriação pelo governo.
Isso feito, carregando um currículo cheio de prêmios, incluindo o Henry Ford de Conservação, chegou aos 50 anos sem seguro de saúde, plano de aposentadoria ou emprego fixo. Ele é filho de um alemão que migrou para o Rio Grande do Sul, achando que assim viveria cercado de florestas tropicais. Eberhard meteu muito cedo na cabeça que faria Veterinária, para cuidar de animais silvestres. À falta de aulas para isso na universidade, abriu o caminho da especialização trabalhando em zoológicos. Houve época em que os jornalistas estrangeiros que vinham ao Brasil atrás de vida selvagem fotografavam sua primeira jaguatirica no quintal da Ecotrópica, em Cuiabá. Ele nunca conseguiu ser exclusivamente um pesquisador de campo. Não se conformava com o estudo de bichos condenados a desaparecer de uma paisagem exuberante, mas vulnerável, sensível a qualquer mudança brusca, a começar pela dos ciclos naturais que regulam o regime de cheias no Pantanal.
Em outras palavras, Eberhard fez tudo como manda o figurino para ser exatamente o que é - uma celebridade internacional, citada, por exemplo, nos livros de Frans Lanting, o Sebastião Salgado das fotografias de natureza, escondida por trás de um brasileiro praticamente desconhecido. Poderia se queixar muito da vida se não tivesse coisa mais importante para dizer cada vez que alguém lhe dá ouvidos. Ele está convencido de que, se o Brasil não tomar providências enquanto é tempo, o Pantanal perderá em poucas décadas o que suas águas levaram milhões de anos para fazer. E, quando pode, reclama disso.
* É jornalista e editor do site O Eco (http://www.oeco.com.br/)

Almir Sater cantando "Trem do Pantanal"