Semana passada estive em um evento em Curitiba. Curitiba está como sempre muito bonita, super arborizada, boas calçadas, tudo limpo, bom transporte, motoristas loucos, e o tempo também está como sempre, mesmo em outubro um frio de 9 graus e uma garoinha permanente. Curitiba apesar de grande é super arborizada e por isso tem muitas aves (179 espécies com foto no wikiaves).
Consegui até fotografar pela primeira vez um saí-andorinha (macho). Perto do centro e ao lado do Shopping Estação. o sanhaçu-do-coqueiro aproveita a primavera para comer ameixas-amarelas, no Tingui. bico-de-lacre tem bastante.
Pica-pau-do-campo aproveita as belíssimas araucárias para descansar.
Recriação de cantiga e versalhada popular por Antonio Nóbrega e Wilson Freire
Vou contar, que eu conheço, E você nem acredita: Uma cidade esquisita Onde tudo é pelo avesso. Se quiser dou o endereço Para visitá-la um dia, Gente lá não tem valia, Como bicho é tratada, Lá homem não é nada Só quem manda é a bicharia.
Avoa, meu caboré, Peneira, meu gavião. Palmatória quebra dedo, Palmatória faz vergão. Quebra tudo, quebra pedra, Só não quebra opinião.
Vi mosca de camisola, Vi cavalo num debate, Vi uma traça alfaiate, Guaxinim tocar viola, Um siri jogando bola. Vi um píca-pau ferreiro, Um veado arruaceiro, Vi um mosquito tossindo, Vi uma gata parindo, E o cachorro era o parteiro.
Vi um peixe de chocalho, Uma perua discreta, Jabuti que era atleta Mais veloz que um atalho, Calango jogar baralho, Formiga tapando furo, A lagartixa no muro Dando uma de alpinista, E um preá capitalista Emprestar dinheiro a juro.
Avoa, meu caboré, Peneira, meu gavião. Palmatória quebra dedo, Palmatória faz vergão. Quebra tudo, quebra pedra, Só não quebra opinião.
Vi um jumento escrevendo, Vi preguiça trabalhando, Vi a besta reclamando. Eu vi um morcego lendo, Caranguejeira tecendo, Porca em água-de-cheiro, Vi um cururu faceiro, Coruja no oculista, Vi tatu ser maquinista. No metrô lá de pinheiros
Vi a pulga se coçando, Avestruz tirar encosto, Vi barata ter bom gosto, Um bode se barbeando, Um gambá se perfumando, Siriema ser modelo. Vi minhoca de cabelo, Vi cobra de suspensório, Macaco no escritório Organizando o desmantelo.
Avoa, meu caboré, Peneira, meu gavião. Palmatória quebra dedo, Palmatória faz vergão. Quebra tudo, quebra pedra, Só não quebra opinião.
Vi onça vegetariana, Piolho coçar cabeça, Vi um burro prestar queixa, Leão comando banana. Vi a zebra de pijama, Eu vi um peba engenheiro, Guariba tocar pandeiro, Tanajura usando tanga, Vi o cão chupando manga, Batendo bombo em terreiro.
Tenho um amigo, o Hélvio Romero, que é repórter fotográfico do jornal O Estado de São Paulo, o famoso Estadão. Ele me mandou um convite para a exposição "Olhar São Paulo", que acho vai valer a pena visitar.
Mais informações sobre a exposição:
A cidade vista sob diferentes olhares resgatando a história, os costumes e seus universos paralelos; esta é a proposta da exposição fotográfica Olhar São Paulo. Entre locais desconhecidos e cartões postais, a mostra pretende revelar panoramas e detalhes da maior cidade do país que passam despercebidas.
A Mostra organizada pela ARFOC-SP com o patrocínio da Bourbon Convention Ibirapuera, entrará em cartaz em 02 de setembro, em comemoração ao dia do Repórter Fotográfico. Ao todo serão expostas 40 fotografias de 35 fotojornalistas do Estado de São Paulo. A seleção foi feita por membros da Comissão Organizadora, que recebeu cerca de 138 imagens de 51 profissionais. A lista dos participantes segue abaixo.
Exposição Olhar São Paulo Abertura: 02 de setembro de 2009 Horário: 19:30h Local: Bourbon Convention Ibirapuera Endereço: Avenida Ibirapuera, 2.927 - Moema - São Paulo
Exposição: de 02/09/2009 a 10/12/2009
Expositores: Alexandre Tokitaka Alf Ribeiro Apu Gomes Claudio Capucho Danilo Verpa David Santos Junior Diego Padgurschi Edilson Dantas Ernesto Rodrigues Evelson de Freitas Fernando Donasci Filipe Araujo Gaspar Nobrega Gerardo Lazzari Guilherme Lara Campos Hélvio Romero JF Diorio Jose Cordeiro Jose Luis da Conceição Leonardo Soares Marcos Alves Mario Lucio Sapucahy Marlene Bergamo Moacyr Lopes Jr Patricia Stavis Paulo Whitaker Raquel Toth Robson Ventura Rodrigo Paiva Rubens Chiri Thiago Bernardes Tiago Queiroz Toninho Cury Valéria Gonçalvez Zanone Fraissat
Aproveito para indicar o site de fotos do Hélvio Romero. Gosto muito de suas fotos e recomendo uma visita. Fotos incríveis do cotidiano das cidades.
Cenas da cidade. Entre uma pauta e outra ou no meio da pauta. Fotografar por prazer.
A muito boa: Registrado pela primeira vez no Pantanal a presença do Gavião-real (Harpia harpyja), inclusive com ninho. Leia a notícia no O ECO
a foto do Gavião-real na RPPN do Sesc Pantanal é de Flávio Ubaid
A outra notícia, também do O ECO é sobre um tal de rally ecológico na região do Rio Araguaia. Rally ecológico é troféu cara de pau. clique aqui para ler.
Dessa vez, nem bem chegou agosto, e os sabiás-laranjeira já começaram a cantar. No dia 08 de agosto ouvi pela primeira vez o canto do sabiá, um pouco antes das 5 da manhã. Identifico como um aviso de que o pior do inverno já passou e que as características da primavera já começam a aparecer. Aqui perto de casa a pitangueira já floriu, a grumixameira está começando a florir (não me lembro dela florir tão cedo, geralmente só floresce em novembro), a amoreira já tá cheia de futuras amoras. Observei o bem-te-vi fazendo ninho num transformador de um poste aqui da rua. São sinais. Em agosto de 2007 eu gravei um pequeno vídeo do sabiá-laranjeira cantando no pé de grumixama. O canto deste ano é parecido, com o característico "plon-plon", provavelmente copiado pelo sabiá do som emitido pelos carros da redondeza quando o alarme é desligado.
A Rebio Uatumã abrange 942.786 ha e foi criada em 1990 com o objetivo de preservar a diversidade biológica do ecossistema de Floresta Tropical Densa da bacia do rio Uatumã/Jatapu e os ecossistemas lacustre e insular formados com o barramento do rio Uatumã e proteger espécies endêmicas, raras, vulneráveis ou ameaçadas de extinção. Está localizada entre os municípios de Presidente Figueiredo, São Sebastião do Uatumã e Urucará.
O pato-mergulhão é uma ave seriamente ameaçada de extinção. O vídeo mostra imagens do comportamento reprodutivo do pato-mergulhão extraídas do documentário Biologia e conservação do pato-mergulhão no Parque Nacional da Serra da Canastra, editado com o apoio da Universidade Federal Fluminense. Saiba mais em: http://cienciahoje.uol.com.br/149590
Na contraluz do vitral, a fumaça da locomotiva a vapor se dissolve entre o verde das plantações, os muitos tons de terra dos montes adiante e o céu azul. Tudo ali no antigo saguão da Estação Júlio Prestes. O sinal baixado dá passagem ao trem de carga. Na linha paralela, uma composição de passageiros se perde em direção ao interior, no mesmo rumo dos fios do telégrafo. Aquele vitral é uma viagem. Cristalizou nos vidros multicores um tempo que de muitos modos permaneceu na memória dos paulistas. O passado foi ficando ali, filtrado pela luz externa, enquanto a cidade se transformava, os passageiros partiam e não voltavam, o trem desaparecia e o sonho acabava. Obra do engenheiro Cristiano Stockler das Neves, a estação fora inaugurada em 1938. A Sorocabana teve três sucessivas estações terminais na cidade de São Paulo. A mais antiga, pequena, perto da Estação da Luz. Foi demolida há alguns anos. No lugar há um barracão. Depois, outra bem maior, onde é hoje a Estação Pinacoteca, depois de ter sido o Dops. E, finalmente, o monumental edifício da Júlio Prestes, hoje abrigando a Sala São Paulo e a Secretaria da Cultura. As plataformas ainda recebem os trens do subúrbio.
Houve tempo em que dali saía o trem internacional, que ia até Montevidéu. Fazendo-se baldeação no Rio Grande do Sul, chegava-se a Buenos Aires. Havia trens entre São Paulo e a capital argentina três vezes por semana. Fiz um trecho dessa viagem quando a longa ligação ferroviária já estava mutilada, os carros e locomotivas já velhos, obsoletos e vagarosos trafegavam quase vazios. O trecho em que a ferrovia acompanhava o Rio do Peixe, em Santa Catarina, atravessava uma das nossas mais belas paisagens. Corria, também, através da terra mítica que foi cenário da Guerra do Contestado, na insurgência messiânica dos pobres da terra, de 1912 a 1916. Ao longo do caminho ainda havia sinais daquele tempo, cemitérios abandonados de vítimas da guerra que se via da janela do trem, estações que foram ficando, incrustadas no passado. Nomes poéticos que foram se perdendo: a estação de São João dos Pobres passou a chamar-se Matos Costa, em memória de oficial do Exército morto no conflito.
Da Júlio Prestes saía também o trem que ia a Bauru, onde se fazia baldeação para a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Atravessava-se o Pantanal mato-grossense no começo da noite, a lua brilhando sobre a água que se disfarçava sob o capim e as plantas. Ia até Corumbá, às margens do Rio Paraguai. Ali se fazia baldeação para a Estrada de Ferro Brasil-Bolívia, que ia até Santa Cruz de la Sierra. Só esse trecho de uns 600 km tomou uma semana inteira na viagem que fiz à Bolívia, em janeiro de 1958.
A Sorocabana foi a única ferrovia paulista que não nasceu do café. Nasceu do algodão, em Sorocaba.
Depois de um ano e três meses fechado à visitação, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT) reabriu as portas para dois de seus destinos mais procurados: a Cachoeira do Véu da Noiva e o circuito das cachoeiras. Uma nova trilha para o mirante do Véu da Noiva foi criada com 550 metros (ida) e tem capacidade de carga de 100 pessoas por vez. O acesso à seqüência de cachoeiras só é autorizado para grupos de até 12 pessoas acompanhado de guia credenciado. Carros e ônibus agora têm estacionamento do lado de fora da portaria, o que ameniza o impacto no interior da unidade de conservação. O parque fica aberto das 11h às 17h e não está sendo cobrado ingresso. No feriado de 21 de abril de 2008 um bloco rochoso do tamanho de um ônibus se desprendeu de um dos paredões do parque atingindo visitantes que se banhavam no lago da cachoeira Véu da Noiva. Uma adolescente morreu no acidente. Desde então, o parque esteve fechado para planejamento e obras de melhoria com recursos estaduais, após acordo firmado entre Instituto Chico Mendes e governo de Mato Grosso. Por causa da instabilidade geológica da região e da falta de infra-estrutrura para segurança, os mirantes do Paredão do Eco e Cidade de Pedra continuam interditados ao público. Para mais informações 65-33011133 ou acesse: http://www.icmbio.gov.br/parna_guimaraes/
This is the PEN Story in stop motion. We shot 60.000 pictures, developed 9.600 prints and shot over 1.800 pictures again. No post production! Thanks to all the stop motion artists who inspired us. We hope you enjoy :-)
Some of the comments we have read here suggest that we should mention the creator of "A wolf loves pork", Mr Taijin Takeuchi. While we were looking for a way to realise a story describing "a journey through time" based on printed images, we were inspired by Mr Takeuchi's brilliant work. For this reason we intentionally quoted his work in our little movie while showing full respect to his original idea. We didnt mention his name because we did not want to do so without his prior agreement. However after considering some of the comments posted here we have decided to add credits to him and his work, which we obviously absolutely love.
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
NOVO ENDEREÇO DO BLOG
-
O Consciência com Ciência mudou de endereço, aguardo vocês na casa nova,
acesse:
*www.conscienciacomciencia.com.br*
*Daniela Lima*
O pássaro cativo - Olavo Bilac
-
*
**
Recebi esta poesia de uma amiga, tem tudo a ver com observação de aves.
Afinal, para quem gosta de passarinho, não tem nada pior do que o egoísmo de
u...
Procurando Nemo
-
Não canso de assistir! Filme lindo! Bem feito, história bonita, personagens
maravilhosos! E Dori...é uma coisa fofaaa!!! Sempre vale a pena ver de novo!
Aba...
Eventos, entrevista, conto no ar e livros baratos
-
.Amigos, segue uma série de convites e recados, incluindo uma superprogramação de Halloween na Avenida Paulista!* * *Lançamento da Antologia Galeria do Sobre...
Visita a Ilha do Mel
-
A Ilha do Mel, é uma ilha localizada na baia de Paranaguá, litoral
paranaense, é um ponto turistico de muita importância para o estado. Sem
dúvida lá possu...
Marsh deer in natural habitat
-
The marsh-deer (*Blastocerus dichotomus*, cervo-do-pantanal) is the largest
of our deers. They prefer marshy ground with standing water and dense
vegetatio...
“Abre a cortina do passado…”
-
Abrem-se as cortinas do mais novo teatro paulistano! Tudo cheira novo, tudo
reflete moderno, todos olham admirados, há uma atmosfera de superioridade
técni...
Passarinhando em Ubatuba
-
Marcinho e eu estivemos presentes no I Workshop de Fotografia de Aves do
Itamambuca Ecoresort com o ilustre fotógrafo João Quental. Encontramos
amigos quer...
O Buraco das Araras na revista ÉPOCA
-
*Casal de araras-vermelhas (Ara chloropterus) voando dentro da dolina.*
Foto: Ha*roldo Castro*
**
*
De tempos em tempos a beleza de nossa região vira tema...
Saí-azul (macho)
-
Saí-azul
O saí-azul é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Também conhecido
como saí-bico-fino e saí-bicudo.
Características
Mede aproximadamente 13...
VERGONHA NACIONAL
-
*Artigos muito bem elaborados pelo Mosquito. Não deixem de visitar: **
http://tijoladasdomosquito.com.br/*
* *
*Amilton Alexandre Mosquito na Assembléia Le...