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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Aves de Virgínia (MG) 6 - lavadeira-mascarada / Fluvicola nengeta / Masked Water-Tyrant

lavadeira-mascarada / Fluvicola nengeta / Masked Water-Tyrant

"A distribuição desta ave é curiosa, pois existem duas populações muito distantes, uma no leste brasileiro e outra no noroeste da América do Sul. A população brasileira, antigamente restrita a açudes e rios no Sertão e Agreste da região nordeste, está em expansão. A Mata Atlântica, que aparentemente representava uma barreira natural para esta espécie, foi perdendo espaço para pastagens e culturas que se assemelham mais ao semi-árido do que à Floresta Umbrófila, possibilitando assim a expansão desta espécie. Outras explicações envolvem o aumento no número de rios represados no sudeste e mudanças climáticas. O fato é que esta simpática ave está sendo registrada cada dia mais ao sul. Na década de 90 foram feitos os primeiros registros da espécie no interior de São Paulo e hoje em dia já são registradas aves se reproduzindo em Santa Catarina. "
fonte: wikiaves

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Aves de Virgínia (MG) 5 - jaçanã / jacana jacana / Wattled Jacana - imaturo

jaçanã / jacana jacana / Wattled Jacana - imaturo

"Em certos lugares da África e da Austrália, as espécies de jaçanã são conhecidas como “Jesus bird”, porque parecem andar em cima da água! "
fonte: wikiaves

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

domingo, 19 de dezembro de 2010

Bom ou Ruim? Imóveis começam a ser desapropriados no Parque Nacional de Itatiaia

Bom, porque o primeiro parque nacional do Brasil, após 70 anos de existência ainda não foi inteiramente desapropriado.
Ruim, porque a possível desapropriação dos  cinco hotéis que ficam dentro do parque pode limitar lamentavelmente a possibilidade de usufruir o parque. Dormir e acordar dentro de um parque como Itatiaiai é uma experiência maravilhosa, talvez isso não seja mais possível no futuro. Espero que prevaleça um pouco de bom senso. Confiar no bom senso é meio ingênuo, mas fazer o que? é só o que nos resta.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Guia de Aves da Mata Atlantica Paulista, para baixar

Com este guia, o WWF-Brasil e a Fundação Florestal do Estado de São

Paulo esperam incentivar a prática da observação de aves na bela região

da Serra do Mar e Serra de Paranapiacaba. A obra foi pensada para ajudar

todos os observadores, iniciantes ou mais experientes, a descobrir e

desfrutar a riqueza multicolorida das aves dessas áreas protegidas.
 
http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/guia_de_aves_mataatlantica_wwfbrasil.pdf

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Aves de Virgínia (MG) 2 - Beija-flor-de-peito-azul / Amazilia lactea / Sapphire-spangled Emerald

Beija-flor-de-peito-azul / Amazilia lactea / Sapphire-spangled Emerald

"O beija-flor-de-peito-azul é uma ave passeriforme da família Trochilidae, é um dos menores beija-flores. Embora, muito ativo e briguento. Quase tão comum como o beija-flor-tesoura, este beija-flor não chama tanto a atenção das pessoas, talvez por ser menor, e por ter cores mais discretas. Além disso, parece ser mais tímido que seu parente maior, saindo menos da proteção da folhagem. "
fonte: wikiaves

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Aves de Virgínia (MG) 1 - Andorinha-pequena-de-casa / Pygochelidon cyanoleuca / Blue-and-white Swallow

Vírginia é uma pequena cidade no Sul de Minas Gerais, próximo a Passa Quatro. Lá tem um hotel fazenda muito gostoso. É o hotel fazenda Vale da Mantiqueira. Tem uma boa estrutura (um pouco grande demais para meu gosto, mas muito boa), fica num vale com as montanhas da Mantiqueira em sua volta, lindo visual, sempre. E tem uma boa variedade de aves em sua área de 50 ha.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

aves urbanas de São Paulo 22 - maracanã-pequena / diopsittaca nobilis / Red-shouldered Macaw


maracanã-pequena (diopsittaca nobilis), upload feito originalmente por Luiz Álvaro.

A Maracanã é realmente uma ararinha. Distinguível pela testa azulada, pele branca nos lados do bico e ao redor dos olhos, ombro e parte média da asa vermelhos, extremo da asa azul. Em vôo vê-se a base da asa vermelha, borda da asa amarela e rabo oliva-dourado. A pele nua em volta dos olhos é característica típica de seu grupo.
Não é considerada como sendo ameaçada e não é muito frequente em cativeiro.
Come coquinhos de palmeiras silvestres e frutos, principalmente o caroço, que tritura com seu possante bico.

Apesar de muita gente não perceber, é bem comum na cidade. No site wikiaves tem 46 fotos da maracanã-pequena na cidade de São Paulo.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Aves de fazenda - 35 - suiriri / Tyrannus melancholicus / Tropical Kingbird


suiriri (Tyrannus melancholicus), upload feito originalmente por Luiz Álvaro.

"Costuma ficar pousado em poleiros expostos, seja na parte alta da mata, seja em arbustos. Usa também fios, cercas e estruturas criadas pela ação humana.

Vive solitário ou em casais, muito agressivos entre si.

Vivem em grupos de até duas dezenas de suiriris e podem ser vistos empoleirando-se próximos, algumas vezes juntos à tesourinhas. Durante o dia fluxos constantes de suiriris voando na mesma direção a poucos metros das copas podem ser notados. Chama a atenção pela pequena distância entre si e a continuidade do movimento, às vezes por 30 ou 40 minutos, com 2 ou 3 aves de cada vez.

Cantam freqüentemente do final madrugada ao início da noite, geralmente pousados em fios, antenas, mourões de cerca ou nos galhos mais altos das árvores, o que amplia seu campo de visão para a captura de insetos, defesa da prole, etc. Um fato interessante observado é que os indivíduos costumam escolher os mesmos horários e lugares para seus gorjeios, mesmo em diferentes épocas do ano. "
fonte: wikiaves

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Aves de fazenda - 34 - Barbudo-rajado / Crescent-chested Puffbird / Malacoptila striata

DSC_2750 - Barbudo-rajado / Crescent-chested Puffbird / Malacoptila striata

O barbudo-rajado é endêmico do Brasil. Tem aproximadamente 20 cm de comprimento.

As aves desta família, a família buconidae, costumam contribuir com os fotógrafos, pois ficam empoleirados no mesmo local por um bom tempo, permitindo fazer várias fotos.

"Habita o interior da mata escura onde haja abundância de folhas caídas, borda de matas primárias e secundárias margeada com capinzais altos, bambuzais e clareiras na Mata Atlântica e matas residuais mesófilas do Sudeste, mesmo as de pequeno porte. No Maranhão, vive em matas de terra firme, no sub-bosque. Engata a cauda lateralmente quando empoleirado. Encontrado solitário ou em pares. "

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Aves de fazenda - 33 - Pula-pula-de-barriga-branca / White-belliedWarbler / Basileuterus hypoleucus

Pula-pula-de-barriga-branca / White-bellied Warbler / Basileuterus hypoleucus

O pula-pula-de-barriga-branca é uma ave passeriforme da família Parulidae.Também conhecido por pichito.

Esse não é fácil de ver. Muito pequeno, apenas 12 cm, e como o nome já diz, não para de pular.

Pode ser encontrado no interior de São Paulo, porém não em campo aberto. Apenas nas matas que ainda restam, ou no máximo em suas bordas.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Aves de fazenda - 32 - Tiê-preto / Ruby-crowned Tanager (Tachyphonus coronatus) - macho

O tiê-preto é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Conhecido também como gurundi, chepe, foguinho preto (São Paulo) e azulão.
Para a identificação, é útil prestar atenção no branco debaixo das asas do macho; a cristinha vermelha quase nunca é visível. O macho é preto-brilhante com uma estreita faixa vermelha no alto da cabeça; a fêmea é toda marrom. Mede cerca de 18 cm.

fonte do texto: wikiaves

sábado, 13 de novembro de 2010

Defensor da Natureza - A alegria de encontrar o pavó, o pavão-do-mato, uma imponente ave da Mata Atlântica.

Pavó que fotografei no hotel fazenda montanhas do Japi em Jundiaí  - SP


"Gostaríamos de compartilhar um momento de muita felicidade que tivemos no dia 29/10/2010 ao encontrarmos pela primeira vez naRPPN Corredeiras do Rio Itajaí, em Itaiópolis (SC), uma ave magnífica que tanto desejávamos conhecer na natureza: o PAVÓ (Pyroderus scutatus), que mede quase meio metro (46 cm), sendo conhecido também como “pavão-do-mato”.

Em Santa Catarina, esta ave é bastante rara. Conhecíamos somente através de fotos. Foi uma satisfação muito grande encontrá-la justamente na área que compramos para proteger, transformando em RPPN. Isso nos estimula a lutar ainda mais para salvar o que resta da Mata Atlântica.

No local, observamos dois indivíduos vocalizando. Consta na literatura que na época de procriação os machos se congregam, formando grupos com até 10 indivíduos, para emitirem um som bem baixo, parecido com aquele produzido por alguém soprando na boca de uma garrafa vazia. Além de fotografá-lo, nós gravamos o som e também um vídeo. Veja o vídeo abaixo.

É bastante arisco, não permite aproximação. No entanto, freqüenta o mesmo lugar durante vários dias nesta época (de procriação).

O pavó alimenta-se essencialmente de frutos ofertados pelas árvores das nossas matas nativas preservadas. Como a nossa RPPN é bem preservada, fome os exemplares que habitam o lugar não passam.

Vamos nos esforçar ainda mais para protegê-los, ampliando a área da RPPN e, assim, proporcionar para as gerações futuras a alegria de poderem também contemplar esta ave e tantas outras raras e ameaçadas devido a toda esta destruição que ocorre da Mata Atlântica.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Aves de fazenda - 31 - Teque-teque / Yellow-lored Tody-Flycatcher / Todirostrum poliocephalum

DSC_2655 - Teque-teque / Yellow-lored Tody-Flycatcher / Todirostrum poliocephalum.

O teque-teque é mais fácil de ouvir do que de ver. É realmente um passarinho, tem apenas 9 cm, e é super arisco.

Ocorre na Mata Atlântica litorânea, Mata Atlântica de encosta, Mata Atlântica de altitude, na restinga arbórea e em matas mesófilas.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Aves de fazenda - 30 - Tiê-preto / Ruby-crowned Tanager (Tachyphonus coronatus) - fêmea

DSC_2575 - Tiê-preto / Ruby-crowned Tanager (Tachyphonus coronatus) - fêmea

"O tiê-preto pode ser visto isolado, em pares, grupos de 3 ou 4 indivíduos ou mesmo em bandos maiores. O macho, quando excitado, exibe a mancha vermelha da cabeça (píleo) e movimenta as asas mostrando o branco das coberteiras inferiores das asas. Espécie de hábitos florestais, o tiê-preto é visto com mais freqüência ao visitar árvores frutíferas nas bordas ou nos arredores de matas e capoeirões. Vive em casais. É uma ave agitada, que freqüenta a folhagem de arbustos e de árvores, movimentando-se ativamente em busca de alimento. "
fonte: wikiaves

sábado, 30 de outubro de 2010

Adaptação - Coruja-buraqueira

Do UOL imagens do dia (29/10/2010)


Uma família de corujas virou a principal atração da rua Iraci Ferreira da Cunha, esquina com Avenida Barão Homem de Melo, no bairro Estoril, zona oeste de Belo Horizonte. Sem se importar com o movimento, um casal da espécie construiu um ninho em um muro, na lateral de uma concessionária de veículos. Conhecida como Coruja-buraqueira, por fazer os ninhos em buracos cavados no solo, as aves tiveram cinco filhotes e não parecem dispostas a deixar o local MARCELO PRATES/AG. O GLOBO




sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Música - A partitura dos pássaros


Publicado no site O Eco


A partitura dos pássaros

No fim de agosto de 2009, o músico Jarbas Agnelli abriu seu jornal e deparou-se com uma foto de pássaros pousados em cabos elétricos. A disposição lembrava tanto o desenho de notas musicais, que ele teve a ideia de lê-la como tal e compor uma música. Quando terminou, mandou o resultado para o fotógrafo Paulo Pinto, do Estado de São Paulo, que havia feito a foto no interior do Rio Grande do Sul. Emocionado, ele enviou a imagem original que era mais larga do que a publicada e continha os acordes que faltavam para completar a melodia. O resultado é lírico. Fez tanto sucesso que ganhou o mundo. Conheça os detalhes da história e ouça a melodia no vídeo abaixo.


TEDxSP 2009 - Jarbas Agnelli: "Birds on the Wires", uma música e sua história from TEDxSP on Vimeo.


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Saiu no Diário de São Paulo - Gavião Carijó ataca moradores no Bairro da Mooca em São Paulo


Gavião-carijó (Rupornis magnirostris), fotografado no bairro de Vila Mariana em São Paulo - foto de Luiz Álvaro de Toledo Barros Jr.

Zona Leste é dos gaviões

Aves de rapina fazem campana em antena de TV e dominam a laje de casal que mora na Mooca

HENRIQUE DA COSTA ZAMITH
Ao perceber o primeiro passo no degrau da escada que leva à laje da casa da auxiliar de escritório Caroline Pichiteli, de 27 anos, na Mooca, Zona Leste, sua postura muda. Do alto da antena da TV, as asas se abrem prontas para o voo. Mais alguns passos, ouve-se o bonito cantar. É o aviso. De garras armadas, ele parte para o ataque com um rasante em direção à cabeça de mais uma vítima. Até agora, o marido, a irmã e a empregada de Caroline já foram atacados por um casal de gaviões que se instalou em sua casa.

Há cerca de um mês e meio, segundo Caroline, o casal de gaviões-carijós fica de campana na antena de TV do telhado. Quando alguém sai para o quintal, os gaviões dão o bote.

"Não posso estender a roupa nem ir para o quintal que eles atacam", afirma Caroline, que está preocupada com o filho de 6 anos, que joga bola bem ali.

A situação, de acordo com ela, está ficando cada vez pior. "No começo era somente quando íamos estender as roupas na laje. Agora, eles têm atacado até quando vou tirar o lixo do quintal", reclama Caroline.
O que mais a revolta é a inércia  das autoridades em relação ao caso. "Já liguei no Ibama e nem atenderam o telefone. Na Polícia Ambiental eles dizem que é comum. Somente os bombeiros foram um pouco mais compreensíveis, mas disseram que não têm equipamentos adequados para a capturá-los", conta.
Quando o DIÁRIO visitou a casa de Caroline, um dos gaviões atacou o repórter duas vezes.
Autoridades  Segundo o Instituo Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Renováveis (Ibama), casos como estes não são incomuns na cidade. Para o órgão, a provável causa dos ataques é o ninho. É um comportamento natural de proteção que a ave adota.

O ornitólogo e professor da USP, Luis Fábio Silveira, especialista em aves, confirma as informações do Ibama. "Não há muito o que fazer, pois é a defesa do ninho. Isto acontece no período reprodutivo, que dura geralmente um mês e meio. Infelizmente, as pessoas têm que se adaptar a isso", diz.
Caroline conta que no sábado passado, eles atacaram muitas vezes. Ela foi até o Corpo de Bombeiros da Mooca e ouviu novamente que nada podia ser feito. "De jeito nenhum eu quero que matem ou machuquem os gaviões. Só queria que eles voltassem ao habitat natural e que a vida da minha família voltasse a ser o que era antes."
Espécie se adapta a centros urbanos

O tipo mais comum em São Paulo é o gavião-carijó. Além de se adaptar muito fácil em centros urbanos, ela encontra uma grande oferta de alimentos e abrigos.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Aves de fazenda - 29 - Saracura-do-mato / Slaty-breasted Wood-Rail (Aramides saracura)

É a saracura mais comum.
Vive principalmente na faixa mais próximo da costa nas regiões Sul e Sudeste.
É encontrado em florestas e matas, preferindo as áreas pantanosas e alagadiças. É bem arisco, mas nas áreas mais descampadas é fácil de avistar.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Aves de fazenda - 28 - Pipira-vermelha fêmea / Silver-beaked Tanager (Ramphocelus carbo)

"Mede cerca de 18centímetros. A grande característica da espécie é a base branca do bico do macho. Parece uma peça de porcelana, pelo brilho e formato. Fêmeas e machos juvenis não a possuem. Nesses últimos, o bico vai adquirindo, pouco a pouco, a coloração final, Desse modo, algumas aves com plumagem feminina e base do bico destacada podem ser os machos juvenis. Nos machos, o negro domina a plumagem do corpo, com tons avermelhados na parte da frente. O vermelho destaca-se conforme a iluminação do local e aumenta de intensidade em aves tomando sol, quando as penas são afastadas entre si, algumas na cabeça parecendo cabelos, ao serem eriçadas. As fêmeas e machos juvenis apresentam o negro na parte superior do corpo e as partes inferiores lavadas de marrom avermelhado. Vários machos estão presentes nos bandos, o que permite logo a identificação da espécie, caso haja dúvidas quanto à fêmea. "
fonte: wikiaves

sábado, 2 de outubro de 2010

50.000

Por incrível que pareça o contadorzinho deste blog virou 50.000 acessos. Claro que muitos deles foram por engano, mas em compensação muitos foram por querer mesmo, e acho que proporcionaram para muita gente alguma emoção, ou aumento de conhecimento, ou resolução de uma dúvida, ou somente alguma empatia que não tem razão ou explicação.
Criei este blog em março de 2007, portanto 3 anos e meio de alguma persistência. Sempre tentando arrumar um tempinho para exercer um verbo esquisito chamado "publicar" e que dá um prazer danado quando consigo e uma certa agonia quando fico afastado.
Surucuá porque é uma ave que adoro muito, e que foi uma das que me injetaram, quando a vi pela primeira vez, a dose de amor necessária para adotar o hobby tão gostoso que é o de "passarinhar".
Tristezas do Jeca pode ser considerado como uma referência meio melancolica de um "passarinheiro" que tem que viver num aglomerado urbano monstruoso, enquanto a cabeça está lá, pensando na idílica lembrança do Brasil rural, onde as aves são fonte de inspiração para modas, músicas, poemas ou somente aquele prazer do jeca de ficar só admirando aquele mundão em volta tão bonito, com um riozinho correndo no fundo do quintal, um pomar de frutas e vários passarinhos passando prá lá e pra cá.
E chega de papo furado pois como disse Riobaldo das veredas do grande sertão, "passarinho que se debruça - o voo já está pronto."

Então, vamos Tocando em frente.




terça-feira, 28 de setembro de 2010

Aves de fazenda - 27 - Bem-te-vi-rajado / Streaked Flycatcher (Myiodynastes maculatus)

"O bem-te-vi-rajado é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Esta espécie Pode ser confundido com o bem-te-vi-pirata (Legatus leucophaius) e com o peitica (Empidonomus varius), mas é maior que os dois. É uma espécie geralmente solitária e quieta, cantando com mais intensidade ao entardecer ou nas primeiras horas do dia. "
fonte: wikiaves

sábado, 25 de setembro de 2010

Aves de fazenda - 26 - figuinha-de-rabo-castanho (macho) / Chestnut-vented Conebill (Conirostrum speciosum)

figuinha-de-rabo-castanho (macho) / Chestnut-vented Conebill (Conirostrum speciosum)
"As cores do macho facilitam a identificação, embora o cinza azulado dominante, mais escuro na parte superior, possa levar à confusão com a balança-rabo-de-mascara(Polioptila dumicola), se observado à distância e rapidamente. Além de não ter o hábito de manter a cauda levantada, por baixo da base da mesma aparecem as penas marrom avermelhadas que o distinguem de todas as outras aves. O formato de bico, longo e cônico, bem como da cabeça ajudam na determinação da espécie. A fêmea é completamente diferente, parecendo outra espécie, não fosse o formato do bico. Só a cabeça é levemente cinza azulado, com as costas e cauda esverdeadas e partes inferiores cinza claro (sem as penas marrons na base da cauda). Uma fina listra superciliar cinza clara encontra-se com a testa da mesma cor. Felizmente, sempre estão próximas aos machos em suas caçadas diárias, facilitando a identificação. Mede cerca de 11 cm.
Vive aos pares ou em pequenos grupos, freqüentemente participando de bandos mistos de copa, o que o torna difícil de ser observado. Habita florestas, capoeiras, parques e jardins.
No Centro-Oeste aparece no mês de outubro, parecendo ser migratório. Em outras partes do Brasil também é uma ave de ocorrência transitória, embora ainda não tenha sido determinada uma migração para ela. No sul do país, desaparece a partir de abril para retornar no final do ano. Um movimento amplo faria como essas aves passassem pelo Pantanal."
fonte do texto: wikiaves

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Globo Reporter de 17/09/2010 - Araguaia - parte 3


quinta parte
Tribo dos Krahó Kanela exibe sua dança da saúde e da generosidade
Os índios se enfeitam e, depois, seguem os comandos do chocalho. As músicas falam das estações do ano, da cobra sucuri, de peixes, de guerreiros.

sexta parte
Maior ilha fluvial do mundo está deixando de ser ilha
A água do Araguaia e seus afluentes também é usada para irrigar lavouras e até pastos. A própria região do Bananal estaria deixando de ser ilha, durante nove meses.

última parte
Pescadores entram em conflito com botos que roubam seus peixes
“No Araguaia, a maior parte dos turistas vem para a pesca esportiva. Existe uma competição, porque o boto de fato rouba o peixe do pescador”, explica bióloga.



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Globo Reporter de 17/09/2010 - Araguaia Selvagem - parte 2


Terceira parte
Torre metálica de 42 metros de altura ajuda a colher dados da floresta
Equipamentos registram umidade, chuva, direção e velocidade dos ventos, temperatura, radiação solar, alterações físico-químicas.

quarta parte
Jacaré-açú tem a cauda devorada pelas piranhas
Após dominarem o animal, pesquisadores medem o jacaré-açu. Ele tem 2,66 metros, e isso porque parte da cauda foi comida por piranhas. Ele devia chegar aos três metros.



domingo, 19 de setembro de 2010

Globo Reporter de 17/09/2010 - Araguaia selvagem - parte 1

primeira parte:

ARAGUAIA SELVAGEM
Rio se estende por quase dois mil quilômetros entre os estados de Goiás e Pará
O Araguaia é bem mais do que um rio, é toda uma região ao redor dele, tão vasta e tão cheia de atrações que permite uma infinidade de roteiros diferentes.



segunda parte:

ARAGUAIA SELVAGEM
Estudante é o primeiro a encontrar ninho de chororó
Aluno da Universidade Federal do Tocantins foi o primeiro a encontrar o ninho dessa espécie na natureza, depois que ela foi descrita na ciência há 90 anos.

sábado, 18 de setembro de 2010

Aves de fazenda - 25 - irré / Swainson's Flycatcher / Myiarchus swainsoni

irré / Swainson's Flycatcher (Myiarchus swainsoni)

"O irré é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Também conhecida por nomes de irrê ou Maria-irré. Vive nos cerrados, borda das matas e cerradões, evitando as áreas internas da vegetação florestal."
fonte: wikiaves

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Aves de fazenda - 24 - jacuaçu / Dusky-legged Guan (Penelope obscura)

O jacuaçu não é das fazendas de cerrado, é mais comum nas fazendas em região serrana e mais próximas da costa. Ainda muito comum na mata atlântica, onde é grande dispersor das sementes da palmeira juçara.
"Habita as matas secundárias, capoeiras, plantações e matas de galeria (matas altas).
Emite um chamado com mais freqüência de manhã bem cedo e no final da tarde. De madrugada intermeia com o chamado um tamborilar forte e áspero feito com as asas.
Apresenta um sinal de excitação que se caracteriza por abrir e fechar impetuosamente a cauda. Têm o tique de sacudir a cabeça. À tardinha, antes de empoleirar-se, tornam-se muito inquietos, sendo tal nervosismo - aparentemente ansiedade para achar um bom lugar de dormida.
Vivem em bandos de 6 a 10 indivíduos. (fonte:wikiaves)"

sábado, 28 de agosto de 2010

Uma foto, uma história, uma música

foto de Hélvio Romero

Esta foto foi publicada no Estadão do dia 13 de agosto. Nesse dia ela virou música. “O Violino e o Viaduto”  foi composta por Daniel Galli  para linda voz de Rhaissa Bittar.







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Publicado em: 16/08/2010 19:20
Artistas compõem dez músicas em 24 horas a partir de notícias de jornais
Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA
Compor dez músicas em um prazo de 24 horas a partir de notícias retiradas de jornais. Essa foi a proposta da terceira edição do projeto Disco Em Um Dia, da Panela Produtora, que aconteceu, na última sexta-feira (13), na sede da produtora, no bairro da Vila Madalena (SP), e reuniu artistas do selo e seus sócios/produtores Daniel Galli, Edu Santana, Filipe Trielli e Diego Gomes.
Para os participantes do desafio, o dia começou às 9h da manhã, com a compra dos jornais que dariam origem às músicas. O processo era um grande desafio artístico. Compor letra e arranjo, gravar, mixar e jogar o produto no site da produtora para download antes do fim do prazo, na manhã de sábado.
m 2010, em acordo com as edições anteriores, foi escolhido um dia com apelo folclórico: a sexta-feira 13. A primeira empreitada aconteceu em 29 de fevereiro de 2008, e o mote era o ineditismo da ocasião, que ocorre de quatro em quatro anos. A segunda, em 1º de abril, permitiu até mesmo que a Panela anunciasse a pouco provável participação de João Gilberto nas gravações. O convite, segundo Diego Gomes, é elogiado pelos mais desinformados até hoje. "Tem gente que me fala: Pô, eu lembro, mó legal, né?! Até o João Gilberto participou, né, cara? (risos)", conta.O objetivo da iniciativa, transmitida em tempo real pela Internet, segundo Daniel Galli, é testar o potencial criativo dos compositores em um esforço concentrado. "Pegamos notícias de jornal para comprovar que o tema foi escolhido no dia", explica.
Às 20h30, quando a reportagem do Portal IMPRENSA chegou à Panela, quatro músicas já estavam praticamente prontas, inclusive a "escalada" do dia, "Sexta-feira 13 não assusta mais ninguém", feita a partir de um apanhado das notícias.
Ao mesmo tempo, "O punk não morre", inspirada nas declarações do presidenciável Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) sobre a legalização da maconha, estava sendo mixada.
O lançamento do livro "O aprendiz de cozinheiro", do jornalista e biógrafo Bob Spitz, rendeu "Tudo acaba em suflê", retirada do título da matéria publicada noBrasil Econômico. Às 21h25, Daniel e a cantora Rosana Galli já ensaiavam o blues "seis por oito" com referências gastronômicas.
De todas as músicas produzidas durante as 24 horas, a mais notável ganhou vida às 4h20 da madrugada de sábado. "O viaduto e o violino", composta a partir do clique de Hélvio Romero, do Estadão, capturou parte do cotidiano do violinista José Rosa, que se apresenta no viaduto do Chá, no centro de São Paulo. O destaque da música fica por conta de ter sido a única feita a partir de uma fotografia.
Após gravar a voz definitiva da faixa, a cantora Rhaissa Bittar foi "apresentada" à foto do violinista José Rosa e permaneceu olhando fixamente para a imagem por mais de dez minutos.
Quando IMPRENSA deixou a sede da Panela, às 6h10 da manhã de sábado, oito músicas estavam prontas; duas ainda não existiam; metade da equipe da produtora se estendia exausta no sofá; e era inevitável o comparativo do Disco Em Um Dia com as "Viniçadas" descritas pelo jornalista Nelson Motta em seu clássico "Noites Tropicais", quando artistas da década de 1950 vararam a madrugada na casa do poeta Vinícius de Moraes com o único e simples objetivo de homenagear a arte por meio da criação espontânea e despretensiosa da música pela música.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Os poemas são pássaros que chegam

"Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam  no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhoso espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…"

Mário Quintana

agradeço a Pristina