"O beija-flor-de-peito-azul é uma ave passeriforme da família Trochilidae, é um dos menores beija-flores. Embora, muito ativo e briguento. Quase tão comum como o beija-flor-tesoura, este beija-flor não chama tanto a atenção das pessoas, talvez por ser menor, e por ter cores mais discretas. Além disso, parece ser mais tímido que seu parente maior, saindo menos da proteção da folhagem. " fonte: wikiaves
Vírginia é uma pequena cidade no Sul de Minas Gerais, próximo a Passa Quatro. Lá tem um hotel fazenda muito gostoso. É o hotel fazenda Vale da Mantiqueira. Tem uma boa estrutura (um pouco grande demais para meu gosto, mas muito boa), fica num vale com as montanhas da Mantiqueira em sua volta, lindo visual, sempre. E tem uma boa variedade de aves em sua área de 50 ha.
A Maracanã é realmente uma ararinha. Distinguível pela testa azulada, pele branca nos lados do bico e ao redor dos olhos, ombro e parte média da asa vermelhos, extremo da asa azul. Em vôo vê-se a base da asa vermelha, borda da asa amarela e rabo oliva-dourado. A pele nua em volta dos olhos é característica típica de seu grupo. Não é considerada como sendo ameaçada e não é muito frequente em cativeiro. Come coquinhos de palmeiras silvestres e frutos, principalmente o caroço, que tritura com seu possante bico.
Apesar de muita gente não perceber, é bem comum na cidade. No site wikiaves tem 46 fotos da maracanã-pequena na cidade de São Paulo.
"Costuma ficar pousado em poleiros expostos, seja na parte alta da mata, seja em arbustos. Usa também fios, cercas e estruturas criadas pela ação humana.
Vive solitário ou em casais, muito agressivos entre si.
Vivem em grupos de até duas dezenas de suiriris e podem ser vistos empoleirando-se próximos, algumas vezes juntos à tesourinhas. Durante o dia fluxos constantes de suiriris voando na mesma direção a poucos metros das copas podem ser notados. Chama a atenção pela pequena distância entre si e a continuidade do movimento, às vezes por 30 ou 40 minutos, com 2 ou 3 aves de cada vez.
Cantam freqüentemente do final madrugada ao início da noite, geralmente pousados em fios, antenas, mourões de cerca ou nos galhos mais altos das árvores, o que amplia seu campo de visão para a captura de insetos, defesa da prole, etc. Um fato interessante observado é que os indivíduos costumam escolher os mesmos horários e lugares para seus gorjeios, mesmo em diferentes épocas do ano. " fonte: wikiaves
O barbudo-rajado é endêmico do Brasil. Tem aproximadamente 20 cm de comprimento.
As aves desta família, a família buconidae, costumam contribuir com os fotógrafos, pois ficam empoleirados no mesmo local por um bom tempo, permitindo fazer várias fotos.
"Habita o interior da mata escura onde haja abundância de folhas caídas, borda de matas primárias e secundárias margeada com capinzais altos, bambuzais e clareiras na Mata Atlântica e matas residuais mesófilas do Sudeste, mesmo as de pequeno porte. No Maranhão, vive em matas de terra firme, no sub-bosque. Engata a cauda lateralmente quando empoleirado. Encontrado solitário ou em pares. "
O tiê-preto é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Conhecido também como gurundi, chepe, foguinho preto (São Paulo) e azulão. Para a identificação, é útil prestar atenção no branco debaixo das asas do macho; a cristinha vermelha quase nunca é visível. O macho é preto-brilhante com uma estreita faixa vermelha no alto da cabeça; a fêmea é toda marrom. Mede cerca de 18 cm.
Pavó que fotografei no hotel fazenda montanhas do Japi em Jundiaí - SP
"Gostaríamos de compartilhar um momento de muita felicidade que tivemos no dia 29/10/2010 ao encontrarmos pela primeira vez naRPPN Corredeiras do Rio Itajaí, em Itaiópolis (SC), uma ave magnífica que tanto desejávamos conhecer na natureza: o PAVÓ (Pyroderus scutatus), que mede quase meio metro (46 cm), sendo conhecido também como “pavão-do-mato”.
Em Santa Catarina, esta ave é bastante rara. Conhecíamos somente através de fotos. Foi uma satisfação muito grande encontrá-la justamente na área que compramos para proteger, transformando em RPPN. Isso nos estimula a lutar ainda mais para salvar o que resta da Mata Atlântica.
No local, observamos dois indivíduos vocalizando. Consta na literatura que na época de procriação os machos se congregam, formando grupos com até 10 indivíduos, para emitirem um som bem baixo, parecido com aquele produzido por alguém soprando na boca de uma garrafa vazia. Além de fotografá-lo, nós gravamos o som e também um vídeo. Veja o vídeo abaixo.
É bastante arisco, não permite aproximação. No entanto, freqüenta o mesmo lugar durante vários dias nesta época (de procriação).
O pavó alimenta-se essencialmente de frutos ofertados pelas árvores das nossas matas nativas preservadas. Como a nossa RPPN é bem preservada, fome os exemplares que habitam o lugar não passam.
Vamos nos esforçar ainda mais para protegê-los, ampliando a área da RPPN e, assim, proporcionar para as gerações futuras a alegria de poderem também contemplar esta ave e tantas outras raras e ameaçadas devido a toda esta destruição que ocorre da Mata Atlântica.
"O tiê-preto pode ser visto isolado, em pares, grupos de 3 ou 4 indivíduos ou mesmo em bandos maiores. O macho, quando excitado, exibe a mancha vermelha da cabeça (píleo) e movimenta as asas mostrando o branco das coberteiras inferiores das asas. Espécie de hábitos florestais, o tiê-preto é visto com mais freqüência ao visitar árvores frutíferas nas bordas ou nos arredores de matas e capoeirões. Vive em casais. É uma ave agitada, que freqüenta a folhagem de arbustos e de árvores, movimentando-se ativamente em busca de alimento. " fonte: wikiaves
Uma família de corujas virou a principal atração da rua Iraci Ferreira da Cunha, esquina com Avenida Barão Homem de Melo, no bairro Estoril, zona oeste de Belo Horizonte. Sem se importar com o movimento, um casal da espécie construiu um ninho em um muro, na lateral de uma concessionária de veículos. Conhecida como Coruja-buraqueira, por fazer os ninhos em buracos cavados no solo, as aves tiveram cinco filhotes e não parecem dispostas a deixar o localMARCELO PRATES/AG. O GLOBO
No fim de agosto de 2009, o músico Jarbas Agnelli abriu seu jornal e deparou-se com uma foto de pássaros pousados em cabos elétricos. A disposição lembrava tanto o desenho de notas musicais, que ele teve a ideia de lê-la como tal e compor uma música. Quando terminou, mandou o resultado para o fotógrafo Paulo Pinto, do Estado de São Paulo, que havia feito a foto no interior do Rio Grande do Sul. Emocionado, ele enviou a imagem original que era mais larga do que a publicada e continha os acordes que faltavam para completar a melodia. O resultado é lírico. Fez tanto sucesso que ganhou o mundo. Conheça os detalhes da história e ouça a melodia no vídeo abaixo.
Gavião-carijó (Rupornis magnirostris), fotografado no bairro de Vila Mariana em São Paulo - foto de Luiz Álvaro de Toledo Barros Jr.
Zona Leste é dos gaviões
Aves de rapina fazem campana em antena de TV e dominam a laje de casal que mora na Mooca
HENRIQUE DA COSTA ZAMITH
Ao perceber o primeiro passo no degrau da escada que leva à laje da casa da auxiliar de escritório Caroline Pichiteli, de 27 anos, na Mooca, Zona Leste, sua postura muda. Do alto da antena da TV, as asas se abrem prontas para o voo. Mais alguns passos, ouve-se o bonito cantar. É o aviso. De garras armadas, ele parte para o ataque com um rasante em direção à cabeça de mais uma vítima. Até agora, o marido, a irmã e a empregada de Caroline já foram atacados por um casal de gaviões que se instalou em sua casa.
Há cerca de um mês e meio, segundo Caroline, o casal de gaviões-carijós fica de campana na antena de TV do telhado. Quando alguém sai para o quintal, os gaviões dão o bote.
"Não posso estender a roupa nem ir para o quintal que eles atacam", afirma Caroline, que está preocupada com o filho de 6 anos, que joga bola bem ali.
A situação, de acordo com ela, está ficando cada vez pior. "No começo era somente quando íamos estender as roupas na laje. Agora, eles têm atacado até quando vou tirar o lixo do quintal", reclama Caroline. O que mais a revolta é a inércia das autoridades em relação ao caso. "Já liguei no Ibama e nem atenderam o telefone. Na Polícia Ambiental eles dizem que é comum. Somente os bombeiros foram um pouco mais compreensíveis, mas disseram que não têm equipamentos adequados para a capturá-los", conta.
Quando o DIÁRIO visitou a casa de Caroline, um dos gaviões atacou o repórter duas vezes. AutoridadesSegundo o Instituo Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Renováveis (Ibama), casos como estes não são incomuns na cidade. Para o órgão, a provável causa dos ataques é o ninho. É um comportamento natural de proteção que a ave adota.
O ornitólogo e professor da USP, Luis Fábio Silveira, especialista em aves, confirma as informações do Ibama. "Não há muito o que fazer, pois é a defesa do ninho. Isto acontece no período reprodutivo, que dura geralmente um mês e meio. Infelizmente, as pessoas têm que se adaptar a isso", diz. Caroline conta que no sábado passado, eles atacaram muitas vezes. Ela foi até o Corpo de Bombeiros da Mooca e ouviu novamente que nada podia ser feito. "De jeito nenhum eu quero que matem ou machuquem os gaviões. Só queria que eles voltassem ao habitat natural e que a vida da minha família voltasse a ser o que era antes." Espécie se adapta a centros urbanos
O tipo mais comum em São Paulo é o gavião-carijó. Além de se adaptar muito fácil em centros urbanos, ela encontra uma grande oferta de alimentos e abrigos.
É a saracura mais comum. Vive principalmente na faixa mais próximo da costa nas regiões Sul e Sudeste. É encontrado em florestas e matas, preferindo as áreas pantanosas e alagadiças. É bem arisco, mas nas áreas mais descampadas é fácil de avistar.
"Mede cerca de 18centímetros. A grande característica da espécie é a base branca do bico do macho. Parece uma peça de porcelana, pelo brilho e formato. Fêmeas e machos juvenis não a possuem. Nesses últimos, o bico vai adquirindo, pouco a pouco, a coloração final, Desse modo, algumas aves com plumagem feminina e base do bico destacada podem ser os machos juvenis. Nos machos, o negro domina a plumagem do corpo, com tons avermelhados na parte da frente. O vermelho destaca-se conforme a iluminação do local e aumenta de intensidade em aves tomando sol, quando as penas são afastadas entre si, algumas na cabeça parecendo cabelos, ao serem eriçadas. As fêmeas e machos juvenis apresentam o negro na parte superior do corpo e as partes inferiores lavadas de marrom avermelhado. Vários machos estão presentes nos bandos, o que permite logo a identificação da espécie, caso haja dúvidas quanto à fêmea. " fonte: wikiaves
Por incrível que pareça o contadorzinho deste blog virou 50.000 acessos. Claro que muitos deles foram por engano, mas em compensação muitos foram por querer mesmo, e acho que proporcionaram para muita gente alguma emoção, ou aumento de conhecimento, ou resolução de uma dúvida, ou somente alguma empatia que não tem razão ou explicação.
Criei este blog em março de 2007, portanto 3 anos e meio de alguma persistência. Sempre tentando arrumar um tempinho para exercer um verbo esquisito chamado "publicar" e que dá um prazer danado quando consigo e uma certa agonia quando fico afastado.
Surucuá porque é uma ave que adoro muito, e que foi uma das que me injetaram, quando a vi pela primeira vez, a dose de amor necessária para adotar o hobby tão gostoso que é o de "passarinhar".
Tristezas do Jeca pode ser considerado como uma referência meio melancolica de um "passarinheiro" que tem que viver num aglomerado urbano monstruoso, enquanto a cabeça está lá, pensando na idílica lembrança do Brasil rural, onde as aves são fonte de inspiração para modas, músicas, poemas ou somente aquele prazer do jeca de ficar só admirando aquele mundão em volta tão bonito, com um riozinho correndo no fundo do quintal, um pomar de frutas e vários passarinhos passando prá lá e pra cá.
E chega de papo furado pois como disse Riobaldo das veredas do grande sertão, "passarinho que se debruça - o voo já está pronto."
"O bem-te-vi-rajado é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Esta espécie Pode ser confundido com o bem-te-vi-pirata (Legatus leucophaius) e com o peitica (Empidonomus varius), mas é maior que os dois. É uma espécie geralmente solitária e quieta, cantando com mais intensidade ao entardecer ou nas primeiras horas do dia. " fonte: wikiaves
figuinha-de-rabo-castanho (macho) / Chestnut-vented Conebill (Conirostrum speciosum)
"As cores do macho facilitam a identificação, embora o cinza azulado dominante, mais escuro na parte superior, possa levar à confusão com a balança-rabo-de-mascara(Polioptila dumicola), se observado à distância e rapidamente. Além de não ter o hábito de manter a cauda levantada, por baixo da base da mesma aparecem as penas marrom avermelhadas que o distinguem de todas as outras aves. O formato de bico, longo e cônico, bem como da cabeça ajudam na determinação da espécie. A fêmea é completamente diferente, parecendo outra espécie, não fosse o formato do bico. Só a cabeça é levemente cinza azulado, com as costas e cauda esverdeadas e partes inferiores cinza claro (sem as penas marrons na base da cauda). Uma fina listra superciliar cinza clara encontra-se com a testa da mesma cor. Felizmente, sempre estão próximas aos machos em suas caçadas diárias, facilitando a identificação. Mede cerca de 11 cm.
Vive aos pares ou em pequenos grupos, freqüentemente participando de bandos mistos de copa, o que o torna difícil de ser observado. Habita florestas, capoeiras, parques e jardins.
No Centro-Oeste aparece no mês de outubro, parecendo ser migratório. Em outras partes do Brasil também é uma ave de ocorrência transitória, embora ainda não tenha sido determinada uma migração para ela. No sul do país, desaparece a partir de abril para retornar no final do ano. Um movimento amplo faria como essas aves passassem pelo Pantanal."
fonte do texto: wikiaves