Ei, pintassilgo. Oi, pintaroxo, Melro, uirapuru. Ai, chega-e-vira, Engole-vento, Saíra, inhambu. Foge asa-branca. Vai, patativa, Tordo, tuju, tuim. Xô, tié-sangue. Xô, tié-fogo. Xô, rouxinol, sem fim. Some, coleiro. Anda, trigueiro. Te esconde colibri. Voa, macuco. Voa, viúva, Utiariti. Bico calado. Toma cuidado. Que o homem vem aí. O homem vem aí!
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sábado, 12 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
Céus sem Pardais
Me lembro que 20 ou 30 anos atrás a cidade de São Paulo, e muitas outras do Brasil, eram quase que infestadas de pardais. Reparo hoje em dia que já não é mais assim, o número de pardais caiu muito, já não é mais a ave predominante.
Os pardais que são aves originárias da Europa, Ásia e norte da África, foram trazidas no começo do século passado para o Rio de Janeiro para diminuir os insetos, só que a avezinha antes de insetos gosta mesmo é de grãos e como aqui tem grão o ano inteiro elas acabaram se espalhando rapidamente.
Segundo nota publicada na National Geographic, os pardais vem diminuindo drasticamente também na Europa. As razões são mudanças nas práticas agrícolas que resultaram em menor desperdício de sementes e grãos, o que acasionou a redução de pardais nas zonas rurais, e, nas zonas urbanas, devido ao aumento das áreas pavimentadas e diminuição das áreas verdes.
Pois é, até o pardal, uma ave que parecia tão habituada a vida nas cidades, sofre com a redução das áreas verdes, que, no meu entendimento incluem os terrenos baldios que com seus matinhos sempre desvalorizados alimentavam um grande número de aves granívoras.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Socózinho inteligente
sábado, 28 de junho de 2008
Dica de livro
domingo, 18 de maio de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Conar proíbe anúncios da Petrobrás sobre responsabilidade ambiental
Conar proíbe anúncios da Petrobrás sobre responsabilidade ambiental
Entidade suspendeu publicidade porque estatal não cumpre cronograma de redução de enxofre no diesel
Cristina Amorim (O Estado de São Paulo, 18/04/2008)
O Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) decidiu ontem, por maioria de votos, pela sustação de duas campanhas publicitárias da Petrobrás que ligam a empresa a ações ambientalmente responsáveis. O pedido de análise partiu de um grupo de instituições governamentais e não-governamentais, que acusa a estatal de anunciar um comprometimento com o ambiente que não seria verdadeiro, pois ela resiste à redução da taxa de enxofre no diesel brasileiro a partir de 2009.
Ainda cabem recursos no próprio Conar. A Petrobrás informou que vai recorrer. Segundo a advogada Cristiane Lage, é a primeira vez que a estatal responde ao conselho.
O grupo social e governamental comemorou a decisão. Fazem parte dele as secretarias ambientais municipal e estadual de São Paulo, o Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade, Movimento Nossa São Paulo, Greenpeace, Amigos da Terra e Fundação SOS Mata Atlântica, entre outros.
“Esse é um marco no processo de responsabilidade social e ambiental no País”, afirma Oded Grajew, do Movimento Nossa São Paulo. “As empresas mais filantrópicas do mundo e do Brasil investem no máximo 1% do faturamento em ações sociais. Responsabilidade não é só sobre esse 1%, mas também sobre os outros 99%. Não adianta ter um projeto social se o seu produto faz mal.”
Para o secretário estadual de Meio Ambiente, Xico Graziano, o Conar deu um sinal “ao mundo empresarial em geral”, pois, segundo ele, “algumas empresas vestem o disfarce ambientalista de forma exagerada”. “Produção limpa não é plantar 30 árvores por ano. Desenvolvimento sustentável é mais do que isso.”
Segundo a Resolução 315, de 2002, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), o diesel comercializado no País deve apresentar a concentração máxima de até 50 partes por milhão de enxofre até janeiro. Hoje, ela varia entre 500 ppm, no combustível comercializado em Belo Horizonte, Rio, São Paulo e outros 234 municípios, e 2.000 ppm nas demais 5.300 cidades.
O enxofre é um composto cancerígeno e gatilho de uma série de doenças cardiovasculares e respiratórias. Uma pesquisa concluída no ano passado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) indica que a poluição na região metropolitana de São Paulo promove a morte precoce de 2 mil pessoas por ano - e o enxofre é um dos compostos mais impactantes. O custo dos danos à saúde pode chegar a US$ 1 bilhão ao ano, quando o resultado é extrapolado para as maiores capitais brasileiras.
EMBATE
A decisão foi tomada após uma reunião tensa, de cerca de duas horas, na sede do conselho, em São Paulo. O Estado teve acesso ao fim do encontro, em que o grupo social e a Petrobrás expuseram seus argumentos.
O número de mortes apresentado na pesquisa foi questionado pelo representante da Petrobrás na reunião, Sergio Fontes, ao dizer que elas podem ser causadas por outras questões. O autor principal do estudo da USP, o médico Paulo Saldiva, afirmou que aplicou no estudo diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) - as quais ele mesmo ajudou a formular, ao lado de outros 11 especialistas convidados.
Fontes também afirmou que a resolução não detalha “explícita ou implicitamente” o prazo para mudanças no diesel - ainda assim, em novembro, a Petrobrás disse que cumpriria o cronograma, após uma audiência pública ser realizada na Câmara dos Deputados. “É como dizer que a dengue não existe porque a lei diz isso. Mas ela está aí”, disse Saldiva.
Os contratos publicitários gerais da empresa somam R$ 250 milhões anuais. A Quê Comunicação, agência que atende a Petrobrás, não quis se pronunciar. A Associação Brasileira de Propaganda foi procurada pela reportagem, mas o presidente, Cyd Alvarez, único porta-voz, não foi localizado até as 20 horas de ontem.
domingo, 6 de abril de 2008
Ouça o canto marcante do Choró-boi (Taraba major)
sábado, 8 de março de 2008
Mochileira
Mochileira deite comigo essa noite
E conte aquela boa velha história
De como as noites são claras em Machu Pichu
E os dias dourados na Califórnia
Moça eu não vou precisar
ler na sua mão pra saber
que você não vai voltar
Pra vida maluca das pessoas
Do mundo
Das formigas tentando
se esconder da chuva
Dance mochileira que eu toco a guitarra
Pedro saiu numa barca pro Nepal
Vera estava em Amsterdã
Porque não tentar algo mais divertido
que casar com executivos
E acabar achando excitante
A reunião semanal da confraria dos amantes
Das delícias da boa velha tecnocracia
Dance mochileira que eu toco a guitarra
Dance mochileira que eu toco a guitarra
Moça eu sei que não é legal
Ficar sozinha quando o velho medo vem
E essa noite em Cuzco é tão fria
Me passe a garrafa de vinho
Sim, eu posso ver
Que os tempos tem sido maus com você
Mas os Deuses eles sabem
Que valeu a pena segurar essa barra
Moça o céu é seu amigo
Enquando durar essa farra
E você depois é mesmo
Do tipo de cigarra
Que canta na chuva
Dance mochileira que eu toco a guitarra.
(Música de Geraldo Roca)
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Serra Vermelha - Piauí - Brasil - A maravilha verde do sertão. Mais um patrimônio da humanidade que está sendo ridiculamente queimado.


Nas encostas da serra, o lugar da mata virgem já tem pasto. Os criadores de gado e plantadores de soja estão retirando a floresta. Embaixo do desfiladeiro, o desmatamento é evidente. A vegetação foi arrancada abrindo espaço para o gado e para a plantação de soja. São flagrantes da devastação, agressão à natureza e benefício de atividades comerciais..
Uma estrada vai cortando a mata em linha reta por mais de 60 quilômetros. Em 20 minutos sobrevoando a Serra Vermelha é encontrada uma área desmatada do tamanho de uma pista de pouso de aviões. De repente, fumaça – sinal de fogo! A floresta está sendo queimada.

Uma fileira de 300 fornos em plena atividade na terra encharcada pela chuva. E, mais adiante, montes de madeira que vão virar carvão. Os caminhões saem carregados. Diante de tantas evidências, resolvemos apurar a origem do desmatamento. E foi assim que descobrimos o que estão fazendo com a floresta virgem da Serra Vermelha.
Voltamos de carro pela estrada barrenta e escorregadia. Cruzamos com caminhões cheios de carvão. Nossa equipe levou mais de uma hora dentro da área do projeto para alcançar os fornos. Ao lado deles estavam os alojamentos dos empregados, que dormem em containers. e o fogo queimando as árvores da caatinga, ofuscando o brilho do sol.
Uma ironia com a natureza. O projeto que desmata e transforma a floresta em carvão tem o nome de Energia Verde e está aprovado pelo Ibama, o órgão responsável pela fiscalização dos crimes contra o meio ambiente.
O que o Ibama vai dizer, então, para um pequeno produtor que queima uma roça para plantar, uma vez que ele está permitindo que desmatem uma área de 114 mil hectares?
"Essa área que está sendo desmatada vai ficar para regeneração, o que não acontece em áreas de agricultura, que são uma vez desmatadas e continuamente cultivadas", justifica o analista ambiental do Ibama em Brasília, Alexandre Sampaio.
Quando perguntado se pode queimar a floresta para fazer carvão, o analista responde: "Você está me apertando".
Há divergência sobre a aprovação do projeto dentro do próprio Ibama.
"Eu, particularmente, trabalho com a conservação e preservação, e não concordo com isso. Por conta de que o ecossistema da caatinga é um bioma que só existe no Brasil. Essas áreas são os últimos remanescentes de caatinga nativa que existem no país. Eu considero que essa área da catinga tinha que ser preservada", afirma Eugênia de Medeiros, analista ambiental do Ibama do Piauí.
O corte da motosserra não é a morte da árvore neste projeto? Isto não é desmatamento? Quem responde é o engenheiro florestal do projeto, Eliseu Corsato: "Mas não é desmatamento. Isso é plano de manejo florestal sustentável. Você é que está pensando em desmatamento de correntão. Não é", assegura.
A diferença é que não é de correntão, é de motosserra...
"Você não está arrancando toco", explica o engenheiro.
O engenheiro ficou de mostrar os tocos, mas a equipe explorou os arredores e foi para o meio da floresta e não encontrou tocos florando.
"Isso aqui tem três meses de corte", alega o engenheiro Corsato.
Outro engenheiro florestal do projeto, Geraldo Leal Jr, leva nossa equipe a uma outra parte da floresta que está renascendo.
"Vocês podem observar que (o toco) está acima de dois metros", mostra Geraldo Leal Jr.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Tapaculo-da-chapada-diamantina (Scytalopus diamantinensis) nova espécie no Brasil

Scytalopus diamantinensis em Ibicoara-Bahia. Foto de R. Belmonte-Lopes.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Jaguars in Brazil: The cream of cats
As melhores notícias dos outros sobre o Meio Ambiente.




domingo, 20 de janeiro de 2008
2º Concurso Avistar de Fotografia

A rica e diversificada avifauna brasileira motiva um número cada vez maior de praticantes da fotografia de aves. Em sua edição anterior o Concurso Avistar Itaú-BBA obteve aproximadamente 5000 inscrições e premiou registro de aves raríssimas, algumas fotografadas pela primeira vez na história.
As inscrições serão abertas em 20 de janeiro e encerradas em 25 de março. Os interessados podem obter mais detalhes e se inscrever on line pelo site www.avistarbrasil.com.br/concurso.
A comissão julgadora será composta por Josep Del Royo, editor e criador do Handbook of Birds of the World e membro do Conselho Mundial da BirdLife International, Marcos Sá Corrêa, jornalista e fotógrafo, editor da revista Piauí e do site O ECO e Luiz Fábio Silveira, Prof. do Departamento de Zoologia, Universidade de São Paulo e Curador Associado do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. A comissão técnica será composta por Millard Schiller, Hilton Ribeiro e Luis Fernando Figueiredo.
Os fotógrafos, profissionais ou amadores que forem premiados dividirão uma premiação total de R$ 62 mil distribuídos em 3 categorias: 1) Melhor Foto (escolhida pela qualidade fotográfica), Melhor Registro (considerando-se o interesse ornitológico, raridade e o momento da foto) e Primeiras Aves (fotógrafos iniciantes)
Além dos três primeiros premiados em cada categoria, estão previstas 24 menções honrosas, além de três prêmios especiais, definidos a critério do juri..
Serviço:
Incrições on-line: www.avistarbrasil.com.br/concurso
Datas: 20 de Janeiro a 25 de Março
Guto Carvalho
Coordenação – Avistar2008
guto@avistarbrasil.com.br
www.avistarbrasil.com.br
5511 3023 5315
5511 9106 4089
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Febre Amarela - A República, a doença e a cidade fantasma
Eustáquio Gomes*
sábado, 12 de janeiro de 2008
Nem toda comunidade é favela - Central Park
Marcos Sá Corrêa*
Antes de pôr os pés no Rio de Janeiro, propriamente dito, a cabeça estava em casa. A bordo do táxi, saindo do aeroporto, uma voz feminina repetia sem parar o chamado da central de atendimento, pedindo um carro para pegar um passageiro “na comunidade do Borel”. Sem resposta. Apesar do eufemismo, que desfila nos dicionários na ala das palavras “concordância” e “harmonia”, faltava um motorista, na manhã ensolarada, para subir a favela, numa hora em que o carioca deu para chamar de comunidade o que parece anti-social. E a moça insistiu, em vão, até o fim da corrida.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Açaí de palmito juçara é opção à extração ilegal

Ambientalistas e pesquisadores querem estimular consumo da polpa para controlar exploração predatória de espécie típica da mata atlântica
Herton Escobar, SÃO LUÍS DO PARAITINGA
A receita para salvar uma das espécies mais ameaçadas da mata atlântica pode ser uma tigela gelada coberta com granola e fatias de banana. Pesquisadores e ambientalistas querem transformar a palmeira juçara no açaí do Sudeste. A espécie, cobiçada por seu palmito tenro e saboroso, produz frutos quase idênticos ao da palmeira amazônica, com uma polpa tão arroxeada e energética quanto a do açaí. Mas não é aproveitada dessa forma.Todas as tentativas de promover a produção sustentável do palmito juçara fracassaram. Não por uma questão técnica ou ambiental, mas de segurança. As plantações são presa fácil para palmiteiros, que invadem as fazendas e roubam o palmito - assim como fazem em praticamente todas as unidades de conservação da mata atlântica, os últimos refúgios da espécie, ameaçada de extinção.A estratégia agora é passar da exploração do palmito para a da polpa das sementes, a exemplo do que é feito com o açaí da Amazônia. A diferença crucial é que a extração do palmito mata imediatamente a planta, enquanto a coleta dos frutos mantém a palmeira viva e apta a se reproduzir, sem perturbar o equilíbrio ecológico da floresta.No Núcleo Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar, no Vale do Paraíba (SP), um projeto distribui 35 mil mudas de juçara para 30 proprietários rurais do entorno, nos municípios de Natividade da Serra e São Luís do Paraitinga. Cada um recebe 1.200 mudas, suficientes para semear 1 hectare. Com cerca de 15 centímetros, as palmeiras são plantadas em fragmentos de floresta cujas juçaras originais foram dizimadas por palmiteiros.Em 12 anos , as plantas estarão aptas para a primeira colheita. Segundo o engenheiro florestal João Paulo Villani, gestor do núcleo e idealizador do projeto, uma palmeira adulta com quatro cachos pode produzir 10 quilos de sementes por ano. A renda com o comércio da polpa seria de R$ 25 a R$ 30 por árvore/ano - mais do que se obtém pelo palmito in natura, com a vantagem de ser uma cultura perene.Além de valorizar economicamente a espécie, a produção de polpa seria uma forma de estimular a conservação e o reflorestamento. O palmito juçara precisa de um ambiente sombreado para crescer, e o melhor lugar para semeá-lo é a própria mata. Os fragmentos em que as mudas estão sendo plantadas foram selecionados para formar um corredor ecológico, conectado a matas ciliares para facilitar a dispersão da espécie.“A idéia é que esses fragmentos se tornem ilhas de biodiversidade”, afirma Villani. “Há uma série de espécies que entram e saem do parque por meio das matas ciliares.” A palmeira juçara, segundo os especialistas, é uma espécie-chave na ecologia da mata atlântica. Está na base da cadeia alimentar de dezenas de aves e mamíferos, assim como dos animais que se alimentam deles.O projeto, Semeando Sustentabilidade, é uma parceria da Fundação Florestal com a organização social Akarui. “Só tem juçara onde tem floresta, não dá para plantar em qualquer lugar, como se fosse eucalipto”, ressalta Nilson Máximo, da organização SOS Mata Atlântica. EM FAMÍLIAA palmeira juçara (Euterpe edulis) e o açaí (Euterpe oleracea) são espécies irmãs - tão próximas que podem até cruzar. Quem já consumiu a polpa de juçara diz que ela é praticamente idêntica ao famoso “açaí na tigela”.Em Santa Catarina, onde o produto foi “inventado” a partir de um projeto de pesquisa, o “açaí de juçara” já é comercializado há vários anos, como se fosse açaí da Amazônia. “É tão parecido que não dá para distinguir um do outro”, diz o biólogo Ademir Reis, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que pesquisou a espécie por mais de 20 anos.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Já saiu o troféu Cara-de-Pau 2008
De quebra leva também o troféu Peso-na-consciência-ambiental.
A Cara-de-pau da Honda está publicando em várias revistas a propaganda de duas páginas abaixo.
Olha só os que os publicitários tiveram coragem de escrever: "Tem gente que pensa na natureza nas horas vagas. A gente pensa também quando está trabalhando".
É muita consciência pesada.
Tudo o que a Honda produz, desde a década de 40, é totalmente dependente de energia não renovável e poluidor. Se eles por acaso quisessem neutralizar todo o CO2 emitido por todos os seus carros, motos e motores, teriam que plantar árvores em todo o sistema solar.
Tudo bem que a Honda tenha desenvolvido seu negócio, tenha acionistas, gere milhares de empregos, mas forçar a barra e propagandear que eles só pensam na natureza o tempo todo é muita CARA-DE-PAU.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Feliz Futuro
Recebi esta imagem num e-mail, não sei se ela é realmente verdadeira ou montagem mas, de qualquer forma, é sensacional. sábado, 15 de dezembro de 2007
Concurso de fotos e desenho

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Enquanto esse velho trem atravessa o Pantanal
As águas do Pantanal com a Serra do AmolarMarcos Sá Corrêa*
sábado, 8 de dezembro de 2007
Sonata para um homem bom
Esta postagem não é sobre aves e nem sobre meio-ambiente, mas é um assunto biológico. É sobre nós, homo-sapiens.

